OI, COMO VAI ?
O que vou expor agora é só um desabafo. Existem criaturas que se dizem professoras e na hora de mostrar serviço parecem umas múmias. Como pode??? Eu não entendo porque escolheu ser professora. Porque não procuram outro emprego que não seja no ramo da educação?
Eu particularmente não escolho o que não gosto para fazer. Vou sempre em busca do que me dá satisfação, e a educação é o meu prazer, mas infelizmente as pessoas vão em busca do dinheiro e quebram a cara.
Isso quer dizer que o dinheiro é a única satisfação dessas criaturas tão infelizes. Que dó !!!!!
Descupe pelo desabafo, mas estou ficando desapontada com algumas pessoas que eu admirava muito.
Regina Pereira Caron.
Oi pessoal ?
O assunto que escrevo hoje é de causar espanto quando a criança utiliza a palavra “NÃO” como numa mágica para qualquer atividade, antes de completar o seu segundo ano de vida. Ela começa a perceber que é um ser independente e adota uma atitude de oposição para impor suas descobertas e principalmente em testar seus limites. E o que me preocupa é que alguns professores e os pais dessas crianças acabam muitas vezes sem perceber abusando de expressões negativas para discipliná-los. O que quero dizer é que diante de comportamentos infantis indesejáveis, é comum dizerem: “NÃO FAÇA ISSO”, “ NÃO PEGUE AQUILO”. E, o que é pior, não justificam suas recusas. Triste não!!!
Assim a criança passa a achar que o “não” tem dom de impor a vontade de quem o pronuncia. Aí, a primeira coisa que ela tenta fazer com esse poder conquistado é se livrar de atividades que julga aborrecedoras e realçam dependência. como comer, tomar banho, trocar de fraldas, vestir a roupa.
Ao expressar o “não”, a criança está apenas dando provas de que seu desenvolvimento emocional é saudável. O que pode complicar as coisas é o fato de ela ainda não saber avaliar o que é indispensável para seu bem-estar. Por isso é de extrema importância que os pais diante de uma negativa tenham jogo de cintura. Então o meu conselho é: evite atritos, que só resultam em crises de choro e birra ou desvie o interesse dela, propondo uma outra atividade, ou seja, brincadeira.
Estes assuntos que costumo escrever fazem parte da minha vivência em escolas e o que me ajudou muito a perceber isso foi o Curso de Psicologia que já conclui e também a Pedagogia que estou cursando.
Espero que este tema de hoje ajude !
Até logo !!!
Regina Pereira Caron.
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